quarta-feira, maio 30, 2007

O mundo desconhecido da Cidade de Lisboa

O trabalho que tenho não é o dos meus sonhos, mas mesmo assim acaba por ser um trabalho "digno". Dá-me a possibilidade de ganhar alguma estaleca e até quem sabe subir.... Mas o que me leva aqui a escrever hoje é o facto de me trazer uma nova perspectiva a nível de visibilidade para com a cidade de Lisboa. Coisas que nunca tinha imaginado que se passariam por estas bandas. Ora vejamos:
VELHA EMERGINDO DAS COUVES:

Quem diria que em plena Cidade Lisboeta, que ainda existia uma civilização escondida tipo os Maias que viviam em paralelo com toda a comunidade mundial. Esta velha por ex, vi-a saír do meio das covas, camuflada no meio das ervas, qual leopardo caçando a sua presa. Trará ela o marido esquartejado dentro dos sacos para os dar aos rafeiros da zona?



Será que alguem sabia que em Carnide (eu sei que já quase que não é Lisboa) as pessoas ainda vivem em comunidade com os Gangsters da década de 30, onde a comida não é esparguete nem Spagueti? Mas sim um SPARGUETE, pois é muito chique!



Eis o "Último ds Alcapones de Carnide", imponente não?? Reparem na risca do cabelo quase no umbigo!



O índice de formados em marketing sobe. A verdade é que as empresas, ou micro-empresas, ou até mesmo os cabeleireiros como este "Anabela & Ruth Lda" adoptaram esta estratégia para atraír clientes. Quantas pessoas terão ido lá para fazer o buço à pala, ou mesmo para lhe implantarem buço perante a frase sugestiva "oferta do buço" e viram que não era bem assim. A realidade, que muitas vezes está escondida nas letras pequeninas que ninguém lê, diz-nos que o buço apenas é oferta caso se faça as axilas e as virilhas....



Um pouco mais a sério. Que a Economia em Portugal está mal e não se recomenda é verdade, mas será esse um motivo plausível para esta empresa falida não responder às milhares e milhares de cartas enviadas diariamente pelos seus fâs?



Mais no interior, as pessoas tentam primar pela simpatia e tentativa de boa educação para "fidelizar" os clientes das redondezas. Para além do sufisticado modo de pagamento com um cartão magnético atribuido para cada conta, a gerência aproveita também para dar uma mensagem sentida a cada indivíduo que visite o estabelecimento "Bem haja".



Seguindo um pouco pela mesma rua, encontramos outro belo estabelecimento. Não fosse o meu companheiro de equipa um consumidor nato de café bebendo uns 12 cafezinhos por dia. Seguindo este ritmo, onde estará daqui a um par de anos? Mas o que pretendo salientar neste episódio é o facto de num balcão enorme, a partir de um sítio, já está fora de serviço, e a verdade é que o nabo do empregado não servia ninguém que lá estivesse. É o que se chama passar o risco. Resumindo, andando um passo para o lado, o cliente já está fora de serviço e nenhum "garçon" o atendia. Interessante.





Para terminar, deixo-vos com o meu todo poderoso chefe "estilo-marco-paulino". É este senhor que se encontra no posto hierarquicamente acima de mim. Será que o Boda toleraria qualquer tipo de ordem por parte desta pessoa?


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