Num momento oportuno de atrofio quando vinha do almoço semanal em casa dos meus avós, lembrei-me de uma das merdas mais estúpidas da minha memória interna. Andava no Colégio O Formigueiro na 3ª Classe. Foi nos meus primeiros momentos de vida em Lisboa, visto ter nascido e vivido em Bruxelas, e depois vivido em Palmela e estudado em Setúbal para aí durante 1 ano.
Na minha turminha onde na altura o marrão da época era João Cília (nem sei se é assim que se escreve), andava um gaijo, um gordo do c.....o chamado Hugo.
O Hugo além de mais velho do que nós, era tão burro quando gordo e grande.
Certo dia, a minha professora que eu odiava, a Gabi, e que me tratava mal como tudo e se fartava de mandar berros (até perdeu um bebé por gritar tanto nas aulas), pediu para fazermos uma composição sobre as férias. Lembro-me que esse badorso escreveu um texto muito mal escrito, e a professora, puta como era decidiu humilha-lo perante o resto da turma lendo as suas bacoradas. Esta frase nunca caiu no esquecimento, mesmo passados quase 20 anos;
É um momento estúpido, mas só quem presenciou esta merda é que pode achar piada, é que ainda para mais o gaijo tinha cara de porco e cabelo de"eu fi um usto à minha avô"
porco-espinho todo puxado para trás.... Não queria que esta história, de que me lembrei, caísse no esquecimento.
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